quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Fio Silhouette, uma nova técnica que faz um lifting facial em poucos minutos


O mundo da estética e das cirurgias plásticas está sempre inovando em tratamentos mais práticos e eficientes. Desta vez, a novidade da área é o Fio Silhouette, que acaba com as rugas e a flacidez do rosto em poucos minutos. A técnica consiste em pequenas incisões e modernas suturas que são feitas com um fio especial. O cirurgião, a partir das suturas, consegue moldar alguns músculos da face para que o rosto fique com uma aparência mais leve e jovem.

Outro diferencial deste procedimento é que, além de proporcionar um lifting imediato, ele é capaz de produzir um efeito regenerativo gradual e natural da pele. Isso porque, ao ser absorvido, o ácido poliláctico, componente presente no fio da sutura, estimula a produção natural do colágeno facial, responsável pela elasticidade e sustentação da pele. 

A técnica é um avanço para os tratamentos estéticos atuais, mas não substitui o facelift. Especialistas recomendam o novo procedimento principalmente para pacientes que estão começando a sofrer com a ação da gravidade, já que nesse caso, os efeitos serão progressivos e terão maior durabilidade, fazendo com que a paciente possa adiar procedimentos mais invasivos.




quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Clin Escultural na imprensa

A Clin Escultural tem ganhado visibilidade na imprensa. Confira algumas matérias:

A coordenadora do Programa de Emagrecimento, Lucna Triginelli, deu entrevista para o programa "De tudo um pouco", da Rede Super, sobre obesidade e questões psicológicas

Parceria junto ao jornal Estado de Minas, que oferecerá descontos aos assinantes

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

O que posso fazer para ser mais ativo e saudável?


Ricardo Soares - educador físico da Clin Escultural



Você já parou para responder à essa pergunta?

Entendendo o sedentarismo como ausência da prática de esporte e o baixo gasto energético em atividades de vida diária, vou apresentar algumas possibilidades.

Pensando em suas tarefas do cotidiano, te convido a pensar sobre o seu meio de transporte para o trabalho e lazer, o ambiente em sua casa e trabalho, e suas formas de lazer.

Para o transporte, se você usa ônibus ou metrô, por exemplo, imagine a possibilidade de descer um ou dois pontos antes do local que você já costuma parar, ou ainda se o trânsito estiver ruim, o quanto seria proveitoso, caminhar enquanto tudo está parado? Isso te livraria do stress e ainda te protegeria de ficar em um local fechado, com varias pessoas que podem transmitir algum vírus, como a gripe, por exemplo.  E nos elevadores do trabalho, também seria prudente controlar o uso, não é? Alguns andares de escada não fariam mal a ninguém.

Penando no ambiente de sua casa, se morar  em apartamento, tente evitar o elevador. Algumas atividades parecer banais, mas promovem um gasto energético interessante como, por exemplo, varrer, lavar louça, lavar roupas (sem lavadora)... uma faxina promove um bom gasto energético! Cuidar do jardim! Sei que você deve estar pensando, mas que estranho, que proposta “indecente”, mas quero explicar que , caso não goste dessas atividades, com certeza, deixará de gastar energia que em um balanço calórico positivo se transforma em gordura. A escolha de usar esses recursos é toda sua, porem se opta por não fazer, lembre que em algum momento essa energia não gasta irá aparecer!

Pensando no seu lazer, vamos dividir as atividades em passivo e ativo. Na primeira opção,  estão assistir TV, navegar na internet, ir ao cinema, a teatro, ler, sair para bares e restaurantes, entre outros. No lazer ativo, você pode sair para dançar, jogar boliche, jogar futebol, vôlei, peteca, nadar, andar de bicicleta, ir ao parque, brincar com as crianças, alguns jogos de vídeo game etc. Tudo isso proporciona uma boa movimentação e um gasto energético muito interessante.

Estudos demonstraram que, se tivéssemos o mesmo nível de movimentação de duas gerações atrás, possivelmente o nível de obesidade e sobrepeso seriam menores, eles afirmam que gastamos muito menos energia e por isso o balanço energético é positivo! Se você estiver disposto a usar essas dicas, é certo que consiga benefícios para saúde física e mental.

Caso não veja essa possibilidade, por questões de tempo, rotina muito apertada, segurança, enfim, sempre arrumamos um bom motivo para justificar o não fazer, pense no mínimo em realizar 150 minutos de exercícios aeróbios por semana. Este é o posicionamento da Organização Mundial da Saúde (OMS) para qualquer individuo, independente de gênero, raça, peso saudável ou não.

Esse volume pode ser dividido de 3x de 50 minutos ou ate 7 vezes de 22 minutos por dia. Será que ainda sim você acha que não tem tempo?! Imagine 22 minutos de caminhada seriam 1,52 por cento do seu dia, o que te proporcionará uma vida saudável menos propensa a doenças crônicas adquiridas por falta de movimento. Ainda sim você acredita que não tem tempo?! Cuidado quem não tem tempo para cuidar da saúde, acaba tendo que arrumar para cuidar da doença! Obrigado pela atenção! Conte com nossa equipe!


quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Problemas psicológicos podem gerar obesidade.


Luana Triginelli é psicóloga e coordenadora
do programa de emagrecimento da Clin Escultural.





50,8% dos brasileiros estão acima do peso ideal, e destes, 17,5% são obesos, é o que indica a  Pesquisa Vigitel (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), do Ministério da Saúde.

A maioria das pessoas acredita que a obesidade esteja relacionada a questões genéticas e ao consumo inadequado de alimentos. Porém, muitas não sabem que problemas psicológicos podem influenciar os hábitos alimentares.

O emagrecimento se baseia em três fatores: reeducação alimentar, atividade física e equilíbrio psicológico. Primeiro, precisamos emagrecer a mente! E necessário eliminar os gatilhos que nos fazem comer pela emoção e ansiedade.

A ansiedade e o estresse, pode ser fator muito determinante para a obesidade, já que leva as pessoas a comerem alimentos mais fáceis. A tendência a comer algo mais calórico é maior, já que na maioria das vezes, o doente pensa em oferecer a si algum benefício como, por exemplo: “hoje estou muito ansiosa, acho que mereço um chocolate”.

Várias pessoas comem como resposta a emoções negativas como tristeza, tédio e raiva. Aquelas com depressão, baixa autoestima e transtornos de compulsão alimentar podem ter mais dificuldades para emagrecer, destaca a psicóloga. Nesse sentido, ela orienta sobre uma mudança de comportamento.

A pessoa tem que entender que ela precisa mudar o seus pensamentos e não somente os hábitos alimentares. Temos que colocar na cabeça dela que, ao invés de comer algo calórico ele pode optar por uma fruta... até que essa ação seja automática. A pessoa tem que entender que a obesidade é uma doença e se ela não se cuidar e manter o mesmo padrão de vida sempre, será sempre obesa.

Nesse momento, o psicólogo deve atuar e fazer com que o paciente tenha consciência dos seus padrões de comportamento, revisando e entendendo qual e a relação do seu estado emocional com a comida. Com certeza, gerará uma mudança do pensamento e do comportamento.

Outro ponto importante é que a maioria das pessoas que faz dieta sabe que precisa refletir sobre as diversas tarefas que tem que trabalhar: alimentar-se de forma nutritiva, emagrecer devagar, fazer da dieta uma prioridade, ter bons hábitos alimentares, ser tolerante à fome e ao desejo incontrolável de comer, fazer exercícios físicos, abster-se de comer pelo emocional e se manter motivada. Porem, muitas delas ou não sabem cumprir essas tarefas ou não sabem como se envolver de forma consistente para cumpri-las.

Quando as pessoas aprendem a pensar mais realisticamente, trabalhando com os pensamentos sabotadores e adotando comportamentos alimentares funcionais, sentem-se melhores e mais aptos a alcançarem suas metas”, finaliza.